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Cebolas Recheadas, Salmão, Aperitivo de Pimentão e Tâmaras, Churrasco e Madeleines

Um Churrasquinho "mara" e na "marra" !!!











Chefs de cozinha deveriam ser como os super-heróis.


- Voar?


- Levantar um trem com uma mão?


- Visão de raio-x?

- Nada disso !!!


- Queremos ter, também, identidade secreta !!

Os super-heróis sempre se escondem, até colocando um simples óculos, como o Superman, mas chef sempre dança quando é "convidado" para um churrasco, um jantar, um brunch...

Quase sempre acaba com a barriga no fogão, na churrasqueira ou na pia, dando sugestões ou "dando uma mãozinha" e, no fim, acaba quase que fazendo tudo. Nem sempre reconhecido e, o pior, muitas vezes, quem ganha os elogios são os donos das casas, que, espertamente, se calam quando esses elogios são feitos.

Para não fugir da regra, nessa viagem que fiz esses dias, fui convidado a "fazer" um churrasco, quer dizer,  fui convidado a "ir" a um churrasco. Segundas intenções latentes e patentes.

As pessoas, a grande maioria, ao ouvirem (ou lerem) sobre churrasco logo pensam em quatro coisas, no máximo:
Lingüiça, carne, maionese e farofa.´Às vezes, os mais magrinhos pensam em pão e arroz.
Conosco, os super-heróis, ops, os cozinheiros, não ficamos atrás, porém...

Acho que sempre devemos dar asas às nossas imaginações e nossas vontades. Por isso, quase sempre deixo de fazer aquela carninha temperada com sal grosso, aquela lingüicinha esturricada, a maionese de vidro com legumes congelados e a, indescritivelmente seca, farofa da Yoki.

Churrasco na segunda-feira já é um privilégio, mas se ele for bom, bem feito, é uma dádiva que vai durar na memória até o fim da semana e será motivo de papos sobre ele.


Então, contando a grosso modo, foi mais ou menos assim:


Cheguei à casa de um casal de amigos muito queridos, mas que há algum tempo não nos víamos.


♪♫ Blim, blom ♪♫


- Quem é?

- Oieeee !!!



- Rippinhooo !!!!!!


Até que enfim veio para São Paulo. Virou ermitão da praia, vivendo só de brisa, comida boa e sossego.


(Eu tenho vontade de esganar quem fala isso. Mal sabem que tem dias de 16 horas de trabalho, que as folgas são apenas nas segundas-feiras, que quando todo mundo está se divertindo, estamos trabalhando, que fins de semana, feriado, natal, são dias úteis pra todos nós).


- Oi Lívia, não foi fácil arrumar dois dias para vir. Aproveito e faço um montão de coisas como ver meus, pais, amigos e desta vez tive que fazer a vistoria do carro.

- Vai lá nos fundos, que o Robson está lá. Dá uma mãozinha pra ele porque você sabe como ele é. Sabe colocar a carne no fogo e fica batendo papo e queima tudo e ele nem percebe;
Lembra quando ele colocou o celular na grelha? E era o tempo que celular custava uma fortuna !!!


- Claro, podexá !!!


(Na verdade eu já esperava isso, tanto que deixei no carro meu jogo de facas)


Fiz uma sobremesa que você vai amar !!!

Vou pegar lá no carro e já volto,

- Aíííí, o que você fez Rippinho ?

O quê?
O quê?
O quêêêêê?

- Surpresa !!!
Vou pegar no carro e depois você vê. E, com certeza, irá comer.


(Aproveitei e liguei para uma amiga para cobrar os "cinquentinha" da aposta que fiz com ela que em menos de dez minutos eu estaria cozinhando, hehe!!).
Voltei e encontrei o portão trancado.

- Lívia, abre a porta mulhé!!!
Fiquei trancado aqui fora !!!!

- É por causa do Billy !!


(Nesse momento eu gelei, porque não sabia se era o filho ou o cachorro que chamava Billy. Sou péssimo com nome de gente e ótimo em nomes de comida, hehe!!. Billy é o Golden Retriever deles. Uma amor de cachorro que comeu até se fartar nessa noite, porque eu sou um "manteiga mole" com cachorros. Deu aquela olhadinha e lá tô eu dando pedacinhos de carne por debaixo da mesa !!).


- Entra, já destravei, disse a Lívia pelo interfone..


Abriu o portão de quase três metros, enorme e. por incrível que pareça, silencioso.

(São Paulo é uma cidade onde as pessoas moram em verdadeira fortalezas. As vezes chamo de prisão, porque pela profusão de grades, alarmes e cercas eletrificadas, parece que estou em regime domiciliar de prisão. Bem diferente de onde vivo que ainda muitas casas sequer tem muros na frente).

Pelo corredor lateral, escondendo a sobremesa, cheguei ao quintal da casa onde estavam o Robson, marido da Lívia, mexendo nas carnes, a irmã dela, uma gourmet de primeira, pelo menos pelo tamanho dela, os pais do Robson, uma casal de amigos deles, super simpáticos e uma mulher de uns 40 anos, bonita e magra. Logo pensei: - Essa deve comer um espetinho e vai dizer que está cheia. Lêdo engano, foi a que mais comeu, hehe!!)

- Robson, meu amigo, tudo bem?


- Fala Rippão !!
Por aqui tudo bem. Cumé qui você tá?


- Tô ótimo !!

- Meu caro, olha só essa carne que eu comprei.
Coisa linda, né?


Falou com brilho nos olhos meu amigo. E continuou:


- Mas a Lívia cismou que agora só come peixe, então ela comprou o salmãozinho dela e eu sei lá como faz esse "troço cor de rosa" na churrasqueira.


Olhei por alto as carnes sobre grande mesa que tinha lá e mais algumas coisinhas. Logo penso: - Porque será que as pessoas não deixam as carnes na geladeira até a hora de usá-las.
Preservá-las é dever de todos.

- Bonita carne Rob.


Você temperou como?
 Ela tá "meia" branca demais !!

- Só coloquei sal.


- Pra mim parece que você pintou a carne de branco de tanto sal. Bate isso, ou lava, passa rodinho, sei lá, mas deixa ela sem essa montanha de sal.
Bem, pode deixar, eu resolvo isso.

Pensei: - Começou a "intervenção" !!!


Sei que a "gauchada" sempre diz fazer churrasco apenas com sal grosso, mas, na minha opinião, o sal desidrata demais a carne, deixando-a ressecada demais. Se queremos o sabor real da carne, não devemos mascará-lo salgando a carne em demasia. Selamos em fogo forte e depois vamos temperando.


- Belo, quanto tempo você acha que demora pra ficar pronto, perguntou o Rob.


Olhando para a churrasqueira ainda apagada, respondi:


-  Enquanto não tiver fogo, uma eternidade, hehe !!!


- Dá pra você ir acendendo enquanto eu pego umas brejas pra nós.

- Pode ir, mas não precisa trazer pra mim.
.
- Parou de beber?

- Parei quando nasci. Nunca bebi.


- Ah, mentira.

- Uso bebidas pra fazer comida, mas beber mesmo só se for um vinho muito bom e em ocasiões especiais. Aliás, fiz uma sobremesa usando rum e acho que você vai gostar.

- Tô indo lá, "já volto". Se minha mãe vier dar palpites, fala que você é profissional, se não ela vai pegar no teu pé.


Obs 1: Na verdade, sempre gosto de ouvir opiniões de pessoas experientes, claro que desde que elas não queiram interferir no meu trabalho. Aprender algo novo, uma dica que ajude, sempre é bom.

Obs 2: "Já volto" é uma expressão que deveria ser abolida do dicionário. O certo seria: "Volto quando estiver tudo pronto".


Obs 3: Uma dica para quando não tiver alcóol para acender a churrasqueira:
Embeba duas folhas de papel toalha com óleo de cozinhar. Abra uma "clareira" entre os carvões, no centro da churrasqueira, e coloque alguns pedacinhos pequenos de carvão bem perto a esse papel toaha. Coloque fogo, com cuidado, e espere subir as chamas. Assim que os carvõeszinhos ficarem em brasa, comece a espalhá-los sobre os pedaços maiores de carvão, assim o fogo vai se alastrando.


Acendi os carvões e olhei em volta e vi alguns petiscos.
Nada que me fizesse pegar e experimentar, mas entre estes tinham tâmaras. Logo pensei em fazer uma entrada que fica maravilhosa.

- Lívia, tem queijo parmesão na geladeia?


- Acho que sim, dá uma olhadinha lá, disse ela.


Como tinha apenas queijo ralado Faixa Azul, usei esse mesmo.



Fiz assim, ó, prestenção :

Peguei um tâmara, retirei o caroço (essas tinham) com cuidado para não rasgá-las ao meio. Cortei um pedacinho de parmesão em forma de palito, mas deixei a ponta em forma de cunha (ou na forma de ponta deuma  flecha) que ajuda a introduzi-lo dentro da tâmara. Depois peguei uma fatia de bacon e enrolei. Reguei com azeite de oliva e coloquei na grelha da churrasqueira. Deixei até o bacon dourar e começar a ficar com as bordinhas marrons. Retirei da churrasqueira e esperei uns 5 minutos para servir, para que amornasse um pouco.
Pode servir no palito ou no prato. Uma ótima sugestão de finger-food em festinhas.

(Clica na foto se quiser ver em tamanho maior)


Um outro "apetizer" interessante é esse:

Quando mexi na geladeira achei dois pimentões lindos e frescos.  Peguei um pimentão vermelho e um amarelo que jaziam esquecidos na geladeira e lembrei de um antepasto que meu pai sempre faz e eu adoro.
Coloquei o pimentão na churrasqueira para tostar. Assim que a pele começou a sair, retirei e joguei-o em uma vasilha com água gelada e, com isso, deixei-o totalmente sem pele.
Cortei em fatias fininhas e misturei a uma cebola fatiada bem fininho, salsinha e azeitonas pretas. Temperei com azeite, uma pitada de sal e pimenta do reino. 
Esse antepasto com um pãozinho crocante é o que há de bom para acompanhar a carne do churrasco ou qualquer outra carne.
Fica fantástico, para quem gosta de pimentão, é claro. Eu adoro !!

Fica assim, prestenção, dinovo, ó:

Esse é o vermelho, camarada !!


Esse é amarelo, bem brasileirinho:


E esse é o colorido, pra quem quer apenas comer e que se dane a cor:


Olhei em volta e não vi muitas coisas interessantes para acompanhar o salmão da Lívia.
Como sou exagerado quando se fala em cozinhar, já que a paixão é enorme, fui fazer umas cebolas recheadas. Afinal, temos que nos virar "Cook Tem".

Bem fácil, quer ver?

- Prestenção, mais uma vezinha:

Pega umas cebolas grandes e corta a tampa. Com uma colher de chá, começa a raspar e tira o miolo. Faz que nem a gente faz para o bebê comer. Não tire a casca nesse momento, pois ajuda a segurar o tubérculo.
Feito isso, coloque as cebolas para ferverem por 5 minutos em água e sal.
Enquanto isso, pega o miolo raspado e junto com uns pedacinhos de Bacom frita até dourar.
Quando essa mistura, cebola e bacon, estiver dourada, coloca um pouco de creme de leite, salsinha, uma pitada de sal e pimenta do reino. Se quiser, pode, ainda, colocar queijo ralado, mas eu já tinha usado nas Tâmaras, então, não coloquei.
Mistura tudo e coloca dentro da cebola.
Depois você envolve a cebola com uma fatia de Bacon e prende dos dois lados com um palito ou uma raminho de alecrim, se não o bacom cria vida e escorrega da cebola.
Se for fazer no forno, deixe uns 20 minutos em forno médio (180º).
Na churrasqueira, em fogo mediano, demora pouco mais de 10 minutinhos.

O resultado é esse:


(Se clicar para ver em tamanho maior, cuidado para não babar no teclado)




Daí pensei em como fazer o Salmão da Lívia...

Resolvi usar o "Cook Tem" na geladeira.

Olhei e tinha massa de pastel e mostarda.

Pronto !!
Já sei o que vou fazer !!

Vou é fazer no forno, pois o salmão não é bem uma carne que se possa fazer direito na churrasqueira junto com quilos de carnes e lingüiças, a menos que corte em pedaços menores e cerque-o com alguns legumes e no espeto, porém, normalmente, ele acaba ficando ressecado devido à temperatura da churrasqueira, quando não desmancha todo, se não prestar muita atenção com o tempo da cocção na churrasqueira, caso meio complicado com tantas coisas a fazer. Prefiro o forno, nesse caso.

Temperei o filet de salmão com sal e pimenta do reino e deixei ele descansar na geladeira, coberto, por uma hora, mais ou menos, enquanto acendo a churrasqueira, e preparo outras coisas.

  Adiantando a narrativa em uma hora, retirei o salmão da geladeira e passei mostarda misturada com maionese de leite, mais uma pitada de sal e pimenta do reino em toda a sua volta. A mostarda que eles tinham era da Hemmer de vidrinho. Uma mostarda um tanto mais forte do que aqueles molhos amarelos que colocamos nos hot-dogs e que chamamos de mostarda.

Salmão e bacom dá samba, pensei !!

Envolvi o filet com a massa de pastel e pincelei maionese de leite por toda a massa e levei ao forno por 20 minutos em temperatura de 180º (média/baixa), só para dar um "tcham" a mais.
Seria legal ter massa folhada, aí daria um clássico da culinária francesa. Ah, se tivesse aspargos, seria perfeito.

Coloquei deste modo:


Passei o molho que fiz com a maionese e a mostarda e fechei o "pacottini". Não precisa untar o pirex, já que a massa está envolta em maionese (não esqueça de passar a maionese em todos os lados, inclusive o fundo).

Antes de ir ao forno ficou assim:


Quando saiu do forno estava assim:



Quando ficou pronto, servi com a cebola e ficou com uma cara assim:



A Lívia amou e teve muito carnívoro por lá que passou vontade ao vê-la comendo com tanta vontade. Tive que escrever no papel a receita, se não ela não me deixava ir embora. Não havia decidido colocar no blog essa "aventura", ainda.

As carnes começaram a ir à churrasqueira...

Primeiro devemos deixar o carvão só com brasas, sem chamas.
Para evitar que as chamas  subam e queimem as carnes use as cinzas do churrasco anterior e assim quando pingar a gordura as chamas não sobem.

Um bom método de saber se a temperatura está boa é colocar a mão por cima do calor e contar até três. Se a mão queimar e você tirar correndo e me xingando pelo conselho, está alta a temperatura. Se aguentar uns segundos, mas continuar me xingando, está na hora de colocar as lingüiças.

Pelo fato delas soltarem muita gordura durante o cozimento, sempre coloque primeiro elas, no alto, assim não corre o risco de ter labaredas enormes. Se usou as cinzas do churrasco anterior para proteger as brasas, esse risco é bem menor.

Faça furos, com o garfo, nas lingüiças, para que a gordura escorra. Cuidado,novamente, pois essa gordura pega fogo na churrasqueira e levanta por demais as chamas, muitas vezes queimando as carnes.
Sempre começe com as lingüiças por esse motivo e pelo fato delas demorarem mais a cozer, não custa repetir.
Eu costumo, antes de levar à churrasqueira ferver por uns 8 a 10 minutos as lingüiças em água. Grande parte da gordura sái boiando nessa água.

As carnes foram colocadas na churrasqueira sem tempero. Selei-as e comecei a passar uma mistura de sal grosso, pimenta do reino, tomilho fresco, tudo com um ramo de salsa fazendo as vezes de um pincel.
O resultado foi uma carne tenra, macia, saborosa, mesmo sendo uma carne "meia dura", como é o caso da fraldinha, conforme vocês podem ver na foto:



Como o arroz já estava pronto, não precisei fazer essa parte, mas eu me recuso a comer farofas prontas.
Peguei uma panela e derreti manteiga. Coloquei farinha de mandioca, sal e pimenta do reino e misturei. Quando começou a ficar torradinha, desliguei e coloquei salsinha fresca picada.
Comemos bem e quase não sobrou nem uma carninha pra trazer pro Khan (meu doguinho).

(Esse é o Khan)

Bem, no começo eu falei que tinha levado uma sobremesa.
Na verdade eu levei algumas coisinhas para montar umas sobremesas.
Fiz Madeleines, cuja massa é coisa de outro mundo e a Lívia, quando estava grávida do primeiro filho dela, sempre falava que quando ia à Europa, adorava comer as Madeleines cheias de rum, macias e leves, mas por causa da gravidez não podia mais come-las devido à essa bebida alcoólica que elas contém.

Resolvi dar uma volta ao passado dela e fiz as minhas Madeleines, sem exagero de rum.

Para fazer a massa, temos que seguir a risca a receita (massas de pães e massas doces, é necessário seguir direitinho a receita, pois as quantidades são porcionadas em relação à quantidade do fermento que irá ser usado. Fermento de menos, não cresce, de mais, quebra toda a massa).

Para essa quantidade que fiz deu oito madeleines grandes, mas se fizer naquelas forminhas de papel, o que é tradicional, dá umas vinte.

Fiz assim, ó....prestenção, pô !!!


Em uma bawl (ou vasilha de vidro ou metal), coloquei 60 gramas de farinha de trigo peneirada (meia xícara), três ovos frescos, 65 gramas de açúcar (meia xícara e um chorinho), 70 gramas de manteiga na temperatura ambiente (divide um tablete em três que dá certinho), uma pitada de sal, uma colher de sobremesa de fermento em pó, 40 gramas de castanha do Pará moídas no liquidificador e rum, meio cálice, por volta de 30 ml ou um dedinho em um copo americano.
Essa massa não vai leite, heim!!!

Bati tudo na batedeira até homogenizar.

A massa fica parecendo grumosa, meio esponjosa, mas não é. Experimente e verá que a massa, mesmo crua, já é deliciosa.

Fica com essa aparência:



Então, depois de deixar a massa pronta, untei uns ramequins com manteiga e coloquei a massa até a metade, pois ela cresce quase o dobro, pelo menos. Se colocar muito, vai vazar.
Levei ao forno pré-aquecido em temperatura média/alta (200º) e deixei por 25 minutos, até ficarem douradas assim:

(Aquelas do fundo ficaram escuras por causa da iluminação e não porque queimaram)

Com um pano, para não queimar as mãos, logo que sairam do forno, com a ajuda de uma faquinha, soltei as laterais, virei e elas ficaram assim, depois de prontas:


Ficou fofinha, né?
Dá para ver pela foto o quanto.
E o aroma que tem?
Inebriante, uma mistura da massa de pão-de-ló com o rum. Loucura !!!

Depois de terminado as carnes e os acompanhamentos, fui à cozinha montar meu "agradecimento" ao casal que tão maravilhosamente me recebeu. Senti-me em casa o  tempo todo, muito a vontade, de verdade.

Fiz de muitos modos, para tentar agradar aos gregos e aos troianos.

Dá uma olhada na coleção que fiz, mas antes pega o babador do seu filho emprestado, hehe!!:

Madeleine, Ganach, Chantily & Morango.


Madeleine, Chantilly e Raspas de Chocolate meio-amargo.



Simpleszinha, apenas um moranguinho, geléia de morango e o Chantilly, um charme e pra comer de uma mordida só (se tiver boca grande, claro, hehe!!):


Com Brigadeiro a Madeleine fica perfeita para crianças:


Com Kiwi e Chantily, uma sofisticação sem nada de mais:


Com Doce de leite e Ameixas:





Agradecimentos finais

(Vai baixando a página devagarzinho, assim parece aqueles créditos que aparecem depois dos filmes, hehe!!)



A Lívia, meu coração de agradecimentos por toda a amizade, amor, dedicação e carinho que dura já uma vida e durará outras, se houverem.

A seu marido, o bem humorado, simpático e inteligente Robson, o Rob.

 Aos seus pais, que não interferiram em nenhum momento e só elogiaram.

A Lígia, a irmã da Lívia (deve ser difícil chamar uma e as duas não responderem, não é verdade Lívia e Lígia), a simpatia e a meigice em pessoa, igualzinha a irmãzinha mais novinha.

Ao casal Tony e Anna pelo carinho  em me aceitarem na amizade e pela garrafa de vinho italiano (um Chianti maravilhoso) que vou curtir em um momento especial.

 E a doce e comilona Karina (com "ká", por favor, hehe!!), que me ajudou em muitos momentos, além de me deixar muito feliz de ter ao meu lado a noite toda uma mulher tão linda e sorridente.

Meu muito obrigado ao Nathan, filho da Lívia e do Rob, por ter dormido a maior parte do tempo e não pentelhado a gente, hehe!!.

E os mais sinceros amores ao Billy, the dog, por ter ajudado a não deixar nadinha ir para o lixo e por seu incessante rabo balançando em uma alegria que só me deixou mais feliz pela noite linda que tive.



Love YouS




A VOCÊ que está lendo e espero que tenha gostado do texto, das receitinhas e das brincadeiras.
Deu um "trabalhinho" escrever tudo isso, mas foi uma delícia fazer e, principalmente, comer tudo isso !!!

Todos se empanturraram, até o Billy, e só restava minha viagem de volta para casa, mas estava feliz, pois matei as saudades de excelentes amigos de muitos anos e fiz o que gosto.
Cozinhei e comi algo muito bom, mas, para o cozinheiro vale mesmo saber que todos gostaram e que irão lembrar, pelo menos por um tempo, do "churrasquinho" de segunda-feira.

Quando eu for "convidado" pra outro churrasco, vou chegar atrasado, hehe!!!


The End




Um comentário:

  1. eu simplesmente adorei a história e tentarei fazer tudo o que fez !!!

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